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Liga dos Combatentes


 

 








 

 

 

 

 








 
 

 

 

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100º Aniversário do Armistício da Grande Guerra (1914-1918)


04.11.2018 - A cerimónia iniciou-se com o Hino Nacional, 21 salvas de artilharia de 3 peças do exército, revista às tropas em pelo Presidente da República Marcelo Rebelo de Sousa com o Comandante das Forças em Parada, Major-general Paulo Mateus. Marcelo Rebelo de Sousa acompanhado pelo Primeiro-ministro, Presidente da Assembleia da República, o Almirante Silva Ribeiro, o Presidente da Liga dos Combatentes, Tenente-general Chito Rodrigues e o Presidente da Comissão para a Evocação da GG, Tenente-general Mário Cardoso, dirigiu-se para a homenagem aos Combatentes Portugueses da Grande Guerra junto ao Monumento Nacional aos Mortos da Grande Guerra, com deposição de coroa de flores, uma interpretação em clarim pelo 1º Sargento do Exército Martins que fez um arranjo próprio, e depois os toques protocolares por um terno de clarins e caixa, “Silêncio” e “Honras aos Mortos” com um minuto de silêncio e a primeira passagem dos F-16 (4) da Força Aérea.


A prece do Coronel Capelão Joaquim Marques Martins e o toque de Alvorada. Este Monumento de autoria de Maximiano Alves teve a primeira pedra lançada em 9 de abril de 1923, sendo presidente António José de Almeida, sendo inaugurado só em 22 novembro de 1931 com a presença do então Presidente da República Óscar Carmona. Tem no seu pedestal duas figuras masculinas que suportam o monumento, e em, cima uma figura feminina - A Pátria – tendo na mão direita o estandarte nacional e na esquerda uma coroa de flores, e abaixo um combatente ajoelhado que vai ser condecorado pelo seu esforço na Grande Guerra em prol da Paz.

Alocução do Presidente da República e imposição de condecorações aos Estandartes Nacionais dos três Ramos das Forças Armadas com a Ordem Militar da Torre e Espada do Valor, Lealdade e Mérito, acompanhadas pela Banda da Armada a interpretar a Marcha de Guerra.

Nesta cerimónia a população aderiu em número impressionante e saudou com aplausos os primeiros do desfile: um grupo com os guiões da Liga dos Combatentes e representantes de diversas associações de combatentes, 160 combatentes no todo, 80 militares de forças estrangeiras da Alemanha, Estados Unidos, França e Reino Unido, Estandartes Nacionais de antigas unidades de combatentes, Bloco de Estandartes Nacionais, 3437 militares das Forças Armadas (Marinha, Exército, Força Aérea), 390 Militares da GNR, 390 da PSP, 180 alunos Colégio Militar e dos pupilos do Exército, Militares equipados para combate Fuzileiros (Marinha) Comandos (Exército), Força de Operações Especiais (Exército), Paraquedistas (Exército), Polícia Aérea (Força Aérea).

Forças em destaque, comandos e paraquedistas, que participaram na missão de paz da ONU na República Centro-Africana.

Seguidamente as forças a cavalo do Exército e GNR, e o desfile das forças motorizadas, PSP, GNR, Força Aérea, Marinha e Exército.

111 viaturas e motos das Forças de Segurança, 86 cavalos, 78 viaturas das Forças Armadas, 10  Aeronaves (EH101, Lynkx MK95, C-130H da esquadra 501 Bisontes, C-295M operados pela Esquadra 502  'Elefantes', 6 F-16M)  , 2 Navios, a fragata Francisco de Almeida e o navio patrulha oceânico Sines

Participação das Bandas da Armada, Exército e Força Aérea.

Isabel Martins mkt Museu do Combatente.
Fontes: Facebook, Liga dos Combatentes, RTP1 e EMGFA