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Liga dos Combatentes


 

 








 

 

 

 

 








 
 

 

 

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Protocolo entre a Liga dos Combatentes e a Cruz Vermelha Portuguesa


03.06.2015 - A Liga dos Combatentes e a Cruz Vermelha Portuguesa celebraram um Protocolo de Cooperação, no passado dia 3 do corrente mês, que vincula as duas Instituições a desenvolverem mecanismos de cooperação que promovam a participação conjunta, da LC e da CVP, em actividades que visem a promoção da saúde e bem-estar social e a melhoria de vida dos mais vulneráveis, especialmente, dos antigos Combatentes. Ao acto constitutivo, que decorreu na sede nacional da CVP, no Palácio dos Condes d´Óbidos, às Janelas Verdes, em Lisboa, estiveram presentes o Presidente da LC, General Chito Rodrigues, acompanhado pelos membros da Direcção Central, bem como o Presidente da CVP, Dr. Luís Barbosa e os respectivos membros da Direcção Nacional.


Na oportunidade usaram da palavra o General Governo Maia, na qualidade de Coordenador do referido Protocolo e os Presidentes da LC e da CVP. Da intervenção do General Governo Maia, destaque-se a referência à sua dupla condição de antigo Combatente e membro da CVP, circunstância essa, que lhe confere uma posição privilegiada para ter uma visão alargada sobre os objectivos perseguidos pelas duas Instituições no campo social. Afirmou, por outro lado, que esta feliz iniciativa vem colmatar lacunas e desigualdades, existentes na sociedade, que o poder político, devido ao actual estado das coisas, não tem capacidade, por si só, de colmatar ou minimizar.

Seguiu-se no uso da palavra o General Chito Rodrigues que começou por saudar as palavras claras e precisas acabadas de proferir pelo seu antecessor, para mais adiante sublinhar o reforço que este Protocolo irá ter nos Programas Estruturantes da Liga dos Combatentes, designadamente, nos programas Cuidados de Saúde e Liga Solidária. Terminou a sua alocução congratulando-se por ver duas Instituições seculares portuguesas reunidas na prossecução de um objectivo comum, colocando os meios existentes de ambas as partes ao serviço dos seus associados, contribuindo, assim, para a melhoria da sua qualidade de vida.

Encerrou a sessão o Dr. Luís Barbosa, para sublinhar que apesar das dificuldades actuais é possível racionalizar os meios existentes no sentido de estabelecer uma colaboração profícua como aquela que está consagrada neste Protocolo e que tem vindo a ser prosseguida noutras áreas, como a que está para entrar brevemente, em funcionamento, na área social, em Ponta Delgada, nos Açores, numa parceria tripartida entre a Cruz Vermelha Portuguesa, a Liga dos Combatentes e o Instituto de Acção Social das Forças Armadas. Agradeceu à Liga dos Combatentes a sua disponibilidade em subscrever o referido Protocolo, fazendo votos para que a sua implementação prática seja bem-sucedida, correspondendo, nesse sentido, às justas intenções das duas Instituições.