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Liga dos Combatentes


 

 








 

 

 

 

 








 
 

 

 

 

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Projeto 100 Anos, 100 Árvores


01.02.2016 - A Liga dos Combatentes associou-se, hoje, à cerimónia, evocativa do Centenário da Grande Guerra, de plantação das árvores n.º 6 e 7, no âmbito do Projeto 100 Árvores, 100 Anos, promovido pela Associação Lisboa Verde, pela Liga dos Amigos do Jardim Botânico e pela Associação Portuguesa dos Arquitetos Paisagistas, com o alto patrocínio da Câmara Municipal de Lisboa. Este Projeto destina-se a assinalar a participação de Portugal na Grande Guerra, cujo término está previsto concluir-se em 2018, ano em que cessou o primeiro conflito mundial. Durante o intervalo de tempo que vai decorrer até aquele ano serão plantadas as 100 árvores, conforme prevê o referido Projeto.


Esta cerimónia teve lugar no Cemitério do Alto de S. João, junto ao Portão do Combatente, tendo contado, além da participação das associações anfitriãs, com a presença de altos funcionários municipais, com o Presidente da edilidade lisboeta, Dr. Fernando Medina; do Vereador Dr. Sá Fernandes; do Presidente da Liga dos Combatentes, General Chito Rodrigues, acompanhado pelos elementos da Direção Central, General Fernando Aguda, Vice-presidente; Coronel Lucas Hilário, Secretário-geral; pelos Vogais, Coronel José Gardete e Arqtº. Eduardo Varandas; do Coronel António Cardoso, Presidente do Núcleo de Lisboa da LC, acompanhado pelo Vogal Tenente-coronel Mário Faustino.

Na ocasião usaram da palavra Fernando Jorge em nome das associações promotoras, o Presidente da Liga dos Combatentes e o Presidente da CML. O General Chito Rodrigues chamou a atenção para o significado da cerimónia, enaltecendo o gesto simbólico que ela representava para a salvaguarda da memória dos Combatentes, que lutaram por Portugal, enfatizando que nunca era demais tudo quanto se pudesse fazer em nome dos Combatentes, por que a eles se devia a nossa condição de país independente, desde os tempos de D. Afonso Henriques aos das Operações de Paz.

A intervenção do Presidente da CML centrou-se no papel da Câmara Municipal em se associar a esta cerimónia contribuindo assim, para se formar uma sociedade mais conhecedora e mais cidadã. Chamou a atenção para a barbárie que constituiu a Grande Guerra, e para as consequências nefastas que daí derivaram para o futuro da humanidade, reforçando a ideia, defendida pelo General Chito Rodrigues, de que os Combatentes lutaram sempre pela defesa dos interesses estratégicos de Portugal.

Depois do ato simbólico de plantação das árvores, com os números 6 e 7, o Presidente da autarquia lisboeta, acedeu ao convite do Presidente da LC, para visitar a Cripta dos Combatentes, tendo a referida visita decorrido com muito agrado. Na ocasião foi possível dar a conhecer o estado atual em que se encontra aquele espaço sepulcral, cujas condições de conservação se apresentam muito dignas por via de ter sido alvo, não há muito tempo, de uma operação de reabilitação profunda.