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Liga dos Combatentes


 

 








 

 

 

 

 








 
 

 

 

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Homenagem aos Combatentes do Ultramar do Concelho de Cascais


31.03.2016 - Teve lugar no passado dia 31 de março, em Cascais, uma homenagem aos Combatentes do Ultramar, naturais do concelho, promovida pela autarquia de Cascais em colaboração com a Liga dos Combatentes. A homenagem constou da inauguração de três lápides referentes aos teatros de operações de Angola, Guiné e Moçambique, com os nomes dos Combatentes cascalenses que tombaram em defesa da Pátria, colocadas na envolvente do monumento existente junto à Fortaleza, tendo o mesmo sido alvo de alguns trabalhos de reabilitação e melhoramento. Seguidamente foram colocadas duas coroas de flores, pelo Presidente da Liga dos Combatentes e da Câmara Municipal. As intervenções alusivas ao ato foram proferidas pelo Presidente da Liga dos Combatentes, General Chito Rodrigues e pelo Presidente da Edilidade, Dr. Carlos Carreiras.


Estiveram presentes diversas entidades oficiais, em representação do Poder Local, da PSP, GNR, Autoridade Marítima, Associações de Combatentes e outras instituições, para além de militares de várias patentes, combatentes e público em geral. O General Chito Rodrigues centrou a sua intervenção estabelecendo o paralelismo entre os que se bateram pela defesa dos interesses de Portugal durante a Grande Guerra e a Guerra do Ultramar, afirmando que é sempre com muito orgulho que está presente em cerimónias desta natureza, para homenagear aqueles, muitos de nós, que partiram no cumprimento de uma missão e que infelizmente não regressaram. Terminou enaltecendo a iniciativa do Município de Cascais em perpetuar a memória dos combatentes cascalenses, que tombaram ao serviço da Pátria, e que a exemplo de outras autarquias, por esse país fora, têm vindo a seguir o mesmo gesto meritório, erigindo monumentos em honra daqueles que um dia foram chamados a pegar em armas para defender os interesses vitais de Portugal.

O Dr. Carlos Carreiras começou por agradecer à Liga dos Combatentes toda a colaboração prestada, referindo que aquela homenagem era um dever de gratidão que há muito estava em divida para com os combatentes do concelho de Cascais que deram a vida pela Pátria. Afirmou que aquela homenagem era igualmente extensiva a todos os combatentes que de Norte a Sul de Portugal foram chamados a cumprir o seu dever e que apesar de todas as condicionantes com que se confrontaram, desde a falta de equipamento adequado, o conflito se desenrolar a milhares de quilómetros de distância e as condições hostis do meio ambiente, conseguiram ultrapassar todas essas vicissitudes com denodo e galhardia. Realçou também a importância das nossas Forças Armadas e o seu papel cada vez mais importante, na defesa da nossa soberania, numa época em que as sombras da guerra se fazem sentir cada vez mais, num mundo em convulsão permanente.

As Honras Militares foram prestadas por uma força do Regimento de Comandos.