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Liga dos Combatentes


 








 

 

 

 
 
 

 
 

 
 

 

  NÚCLEOS

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MAIA

A Direção Central da Liga dos Combatentes, em sua reunião de 10 de setembro de 2015 aprovou a criação do Núcleo da Liga dos Combatentes na Maia, confiando a sua gestão à Comissão Administrativa designada para o efeito pelos seguintes sócios:

Presidente: Manuel Joaquim Martins Engrácia Antunes, Tenente-coronel, Sócio Nr. 174.387

Secretário: António Alberto Barbosa Neves, Sócio Nr. 176.234

Tesoureiro: Manuel José Vieira Machado, Capitão, Sócio 170.859

1.º Vogal: Herlander Aires Macedo Tibério, Sargento-chefe, Sócio Nr. 176.055

2.º Vogal: António José Rocha Duarte,
Sócio Nr. 46.430

A Liga dos Combatentes aberta a todos os cidadãos, é uma reserva cívica do nosso País e os veteranos podem, não apenas, atrair a juventude colocando-se sempre ao seu serviço com a sabedoria dos anos e a força que lhe resta, como contribuir para a formação da consciência patriótica e da responsabilidade que representa ser cidadão português no mundo, no nosso tempo perante a nossa identidade e os seus valores históricos, morais e espirituais.

1. A Liga dos Combatentes, tutelada, pelo Ministério da Defesa Nacional, é uma Instituição de características únicas em Portugal. Estatutariamente, o seu Conselho Supremo, na expressão do Estatuto fundador de 1924 cujo presidente honorário «será sempre Sua Excelência o Presidente da República Portuguesa», «destina-se a orientar e facilitar as relações da Liga com os poderes constituídos.» (artºs. 59 e 61, § 2º). O que se traduz, no actual Estatuto de 1999, «na competência … para assegurar a fidelidade da Liga dos Combatentes aos seus objectivos (artº. 11,5c).

2. A Liga dos Combatentes, constitui, assim, uma garantia do compromisso do Estado na defesa da matriz moral, espiritual e histórica de Portugal. Reflectida, perseverantemente pela esmagadora maioria dos cidadãos, por vezes desqualificada e silenciada mas que, na verdade, representa cerca de 90% da população portuguesa (censo de 2011). O povo, afirma assim, em plena liberdade, que a sua matriz, e a matriz da Nação é o Cristianismo, consubstanciada num modelo social universalmente inclusivo.

3. A Liga nasceu e continua para honrar jovens conscritos que servem e serviram o seu País, oferecendo o melhor de si mesmos, numa dádiva que vai até ao sacrifício da vida. Simples e anónimos servidores do Estado, formados na escola militar da cidadania que é o respeito do outro, entram nas fileiras como uma amálgama e saem um povo, uma unidade de unidades. Aqui cada um entrega-se e segue um Comandante que não escolheu, e as virtudes da camaradagem, não desaparecem, consolidam-se.

4. Em cada rua do nosso Concelho há antigos combatentes que gostariam de cruzar o seu olhar com os jovens seus vizinhos em «condomínios» de mútua utilidade social. Ainda que na forma de um simples exercício de civilidade e cidadania, o sorriso e a imaginação da juventude, sempre pronta a dar-se aos amanhãs que cantam e tantas vezes enganados, mas que, vividos aqui, sob o olhar atento e carinhoso dos anciãos, podem ser uma sedutora e consistente aventura.

Por tudo isso, este tempo mais de confusão que de crise, pode ser o tempo favorável, para juntos podermos ensaiar a construção de uma «rua» diferente; se é residente na Maia, e já é associado transfira a sua ficha; se não é sócio aceite o nosso convite e inscreva-se, no nosso Núcleo pondo algum do seu tempo e imaginação ao serviço dos outros e do País. Construa aqui, na sua rua ou no seu prédio, mesmo com os imigrantes, um «Condomínio» com rosto, na dádiva e na reciprocidade.