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Liga dos Combatentes


 








 

 

 

 
 
 

 
 

 
 

 

  NÚCLEOS

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ESTREMOZ

Depois das habituais hesitações que sempre surgem nestes casos, isto é, quando se pretende fazer algo de útil, neste caso a homenagem aos mortos pela pátria e o apoio aos que regressam das guerras bem como às suas famílias, lá se conseguiu reunir um grupo de três oficiais para se formar a primeira Direcção da então chamada Delegação da Liga dos Combatentes em Estremoz. Eis a identificação desses militares e os seus lugares na referida Direcção:

Presidente: Altino Aníbal Gromicho, Capitão de Cavalaria
Secretário: Joaquim Baptista, Alferes de Cavalaria
Tesoureiro: Mário Pessoa da Costa, Tenente de Cavalaria

O evento aconteceu no dia 11 de Novembro de 1925 e começou a Delegação com 25 sócios no seu activo, cujas quotas mensais iam de 50 centavos a 5$00, sendo a maioria de 2$50. Esta Direcção manteve-se até DEZ/28, altura em que o Tenente Baptista passou para o lugar de Presidente, sendo substituídos o capitão Gromicho e o Tenente Costa.

Em 1933 o Capitão Gromicho voltou à Presidência, mas apenas durante 6 meses, pois em 1934, os oficiais saíram da Direcção, ficando esta e ser constituída apenas por sargentos, situação que se manteve durante alguns anos A Delegação funcionou em muito modestas instalações da antiga Rua das Areias, hoje Rua da Cruz Vermelha, nesta cidade, desde a data da sua fundação até 11 de Novembro de 1981, data da inauguração da actual sede, situada às Portas de Santa Catarina Em 1974, mais precisamente no dia 18 de Junho foi elaborado na Repartição de Finanças do concelho de Estremoz um Auto de Devolução e Cessão do actual edifício. Como o mesmo se encontrava num adiantado estado de degradação, não foi possível efectuar-se a transferência. Só depois, graças ao esforço, à perseverança e ao movimentar de grandes influências do Coronel de Cavalaria Joaquim dos Santos Alves Pereira, mais conhecido dos meios militares da época como TOTOBOLA (heranças da Guerra do Ultramar) que havia sido nomeado Presidente em 20 de Agosto de 1979, se realizaram as obras e se efectuou a mudança.

FACTOS MARCANTES - Poder-se-ão apontar como factos marcantes, a construção do Monumento aos Combatentes. A ideia surgiu numa reunião da Direcção em 1933, mas só se concretizou 8 anos depois, ou seja em 1941, depoise de uma luta insana que levou as sucessivas Comissões à desanimarem de tal modo que iam desistindo. Contudo, alguns elementos com muita tenacidade, conseguiram levar ao fim o seu intento, ou sonho (como lhe quisermos chamar). Outro facto muito marcante foi precisamente a mudança de instalações, já que se tratou de um processo extremamente complicado, por falta de meios financeiros para a realização das obras.

INICIATIVAS EM QUE HABITUALMENTE PARTICIPA O NÚCLEO - Realiza anualmente, em colaboração com o RC 3 e Câmara Municipal, as cerimónias do 9 de Abril, as que têm maior destaque por coincidirem com o DIA DO COMBATENTE, durante as quais o Núcleo promove um almoço que chega a reunir mais de 400 pessoas. Comemora em Outubro o Dia Nacional da Liga e em 11 de Novembro a data do Armistício, sempre em estreita colaboração com o RC3 e Câmara Municipal. No Dia de Finados, toma parte nas cerimónias no Cemitério, junto ao Talhão da Liga, organizadas pelo RC3 e, além disso, participa nas iniciativas organizadas pelas várias entidades da região e para as quais é convidado, o que acontece com bastante frequência.

NÚMERO DE SÓCIOS - O número de sócios, actualmente, excede mil e duzentos, número que aumentou de forma muito significativa com a publicação da Lei 9/2002 de 11 de Fevereiro. Os sócios do Núcleo pertencem a todos os extractos sociais. Desde um general, vários coronéis e outros oficiais e sargentos, contamos com médicos, engenheiros, professores, economistas, advogados, serralheiros, pedreiros, varredores de rua, comerciantes, etc.

OUTROS ASPECTOS RELEVANTES DA VIDA DO NÚCLEO - É preocupação constante da Direcção o estrito cumprimento dos Estatutos que regem a Liga. Por consequência, toda a actividade é orientada segundo os objectivos constantes das várias alíneas do artº 2º dos mesmos Estatutos, embora com todas as dificuldades inerentes e só sentidas por aqueles que estão no “terreno”. Procura-se levar em consideração todas as instruções emanadas pela Direcção Central, mas muitas delas não são possíveis de concretizar, porque o mundo materialista em que vivemos, não o permite. Mas nunca desistimos de lutar, o Núcleo tem um programa de rádio que mantém quinzenalmente, com a duração de 50 minutos na Rádio Despertar de Estremoz em directo, com transmissão posterior em diferido, pela Telefonia do Alentejo de Évora e Rádio Borba, pelo que todas as semanas está no ar mais do que uma vez e uma página, também quinzenal, que é da responsabilidade do Núcleo, com o titulo de EM FRENTE… MARCHE! publicado no DIÁRIO DO SUL, de Évora, insere-se nesses objectivos.