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Liga dos Combatentes


 








 

 

 

 
 
 

 
 

 
 

 

  NÚCLEOS

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TORRES VEDRAS

Em Janeiro de 1926 o jornal “A Nossa Terra”, órgão Associação Regionalista do Concelho de Torres Vedras, noticiava que “…composta pelos senhores Fernando Carvalhosa, José Augusto Martins e Fernando D’Almeida, começou a funcionar nesta vila a delegação da Liga dos ex-Combatentes da Grande Guerra, em África, Mar e França...”. Podiam os interessados em juntarem-se à patriótica organização inscrever-se na “…Praça da República 17 e 18, com Fernando D’Almeida…”. Seguia-se um excerto dos Estatutos da Liga para informação sobre os objectivos que se pretendiam alcançar.

A “Delegação de Torres Vedras da Liga dos Combatentes” funcionou até 1976 data em que, por decisão da Direcção Central, foi encerrada. A actividade nos últimos anos era aparentemente muito reduzida mas não foi possível identificar até ao momento o motivo exacto desta decisão.

Em 18 de Fevereiro de 2010 a Direcção Central da Liga dos Combatentes aprovou a constituição de uma Comissão Administrativa para a reactivação do Núcleo de Torres Vedras, composta por três sócios combatentes: José Costa Pereira, Miguel Silva Machado e António Dias Rodrigues. Entre Mafra e Caldas da Rainha há uma enorme área onde não existia qualquer Núcleo a funcionar, estando assim esta comissão desde já: a fazer o levantamento documental dos antigos combatentes aqui residentes, em paralelo procura-se uma sede e tão breve quanto possível será lançada uma campanha de recolha de associados.

Uma primeira acção concreta está no entanto em marcha, conferir a dignidade perdida ao Talhão dos Combatentes no cemitério da Lourinhã. Tendo em consideração o estado de degradação a que o referido talhão chegou, a Liga dos Combatente está neste momento a recolher os fundos, já orçamentados, para dar às campas daqueles antigos associados que lutaram por Portugal, a maioria nos campos de batalha da 1ª Guerra Mundial, a dignidade que se exige.

Torres Vedras, tem um dos mais significativos monumentos feitos em Portugal aos mortos no antigo Ultramar. Graças a um grupo de torrienses de boa vontade foi em 2002 que tal obra, onde se perpetua a memória dos naturais do concelho ali falecidos, viu a luz do dia. Bem Hajam! O Núcleo de Torres Vedras da Liga dos Combatentes pretende agora congregar as vontades disponíveis para poder não só continuar a honrar, regularmente, os conterrâneos mortos em combate, mas também apoiar aqueles que vivendo na região necessitam de algum tipo de ajuda.